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Creatina Faz Mal Para os Rins? Análise Científica

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A suplementação com creatina tem sido amplamente discutida em diversos âmbitos, principalmente no que se refere aos seus efeitos sobre a saúde renal. Perguntas como “a creatina faz mal para os rins?” e preocupações acerca de quem tem problema renal pode tomar creatina são recorrentes, evidenciando a necessidade de um esclarecimento científico acurado. A creatina, uma substância popular entre atletas e praticantes de atividades físicas pela sua capacidade de potencializar o desempenho energético, tem sua segurança questionada quando o assunto é a saúde dos rins. A disseminação de informações contraditórias contribui para dúvidas sobre a relação entre a suplementação de creatina e potenciais efeitos adversos, como a insuficiência renal, pedras no rim, além de questionamentos sobre se a creatina faz mal pro coração ou para o fígado.

Neste artigo, investigaremos a importância da creatina no metabolismo energético e se a creatina prejudica os rins, trazendo à luz as evidências científicas sobre a creatina e a saúde renal. Será analisada a veracidade das afirmações de que a creatina faz mal para o fígado, contribui para a insuficiência renal ou se quem tem creatinina alta pode tomar creatina. Além disso, discutiremos a dosagem e o uso seguro da creatina, orientando sobre o gerenciamento de riscos e as precauções necessárias. Esse panorama oferecerá uma base sólida para decisões informadas sobre a suplementação com creatina, contribuindo para a saúde e o bem-estar geral.

A Importância da Creatina no Metabolismo Energético

Conceitos básicos sobre a creatina

A creatina é um composto orgânico natural, sintetizado no fígado, rins e pâncreas a partir de três aminoácidos essenciais: glicina, arginina e metionina [12][15]. Este composto também é encontrado em alimentos como carnes e peixes, além de estar disponível como suplemento alimentar [8][14]. No corpo humano, a creatina é convertida em fosfocreatina, que serve como uma reserva de energia nas células do músculo esquelético [10][13][15].

Benefícios da creatina para o desempenho físico

A creatina é amplamente reconhecida por seu papel fundamental no aumento do desempenho físico, especialmente em atividades que requerem explosão de força e rapidez. Ela ajuda na ressíntese de ATP (trifosfato de adenosina), a principal molécula de energia utilizada pelos músculos durante exercícios de alta intensidade e curta duração [10][12]. Este processo ocorre porque a fosfocreatina doa um grupo fosfato ao ADP (adenosina difosfato), regenerando o ATP e permitindo a continuação da atividade física intensa por um período mais prolongado [15].

Além disso, a suplementação com creatina tem sido associada ao aumento da massa muscular, uma vez que pode estimular a síntese proteica nos músculos. Também contribui para a recuperação muscular após exercícios intensos, reduzindo a inflamação e o dano celular [7][12]. Isso é particularmente benéfico para atletas que realizam treinamentos frequentes e de alta intensidade.

A relação entre a creatina, ATP e energia muscular

O papel da creatina no metabolismo energético é intrinsecamente ligado à produção e utilização de ATP. Durante exercícios físicos, o ATP é rapidamente consumido pelos músculos, e a capacidade de regenerar rapidamente o ATP com a ajuda da fosfocreatina é crucial para manter a performance atlética [10][13]. A creatina, ao ser armazenada nos músculos na forma de fosfocreatina, permite uma rápida disponibilidade de energia, o que é essencial para atividades que exigem esforços breves e intensos, como sprints ou levantamentos de peso [12].

Este mecanismo não só proporciona uma fonte imediata de energia mas também ajuda na manutenção das funções musculares durante períodos de exercício prolongado, evitando a rápida depleção de ATP e ajudando a prevenir a fadiga muscular [13][15]. Assim, a creatina se mostra como um elemento crucial não apenas para atletas em busca de melhor desempenho, mas também como um auxiliar na melhoria da qualidade de vida de indivíduos que realizam exercícios físicos regularmente.

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Raio-x dos rins de maneira colorida.

A Creatina Prejudica os Rins?

A relação entre a creatina e a saúde renal tem sido objeto de estudo e discussão dentro da comunidade científica. Para compreender essa relação, é fundamental analisar o metabolismo da creatina, as diferenças entre creatina e creatinina, e como a creatinina, um subproduto desse metabolismo, é excretada pelo corpo.

O processo de metabolismo da creatina

O corpo humano sintetiza a creatina principalmente no fígado, rins e pâncreas, a partir dos aminoácidos glicina, arginina e metionina. Uma vez produzida, a creatina é transportada para os músculos, onde é armazenada na forma de fosfocreatina, desempenhando um papel crucial na produção de ATP, a principal fonte de energia celular. Durante atividades físicas intensas e de curta duração, a creatina é metabolizada, e parte dela se converte em creatinina, um subproduto metabólico [16][17][18][21].

Diferenças entre creatina e creatinina

Embora os nomes sejam semelhantes, creatina e creatinina são substâncias distintas com funções diferentes no organismo. A creatina é um composto orgânico que auxilia no fornecimento de energia para os músculos, enquanto a creatinina é um subproduto da degradação da creatina. A creatinina não tem valor energético para o organismo e é filtrada pelos rins e eliminada na urina [19][20][21].

Como a creatinina é excretada pelos rins

A creatinina produzida no organismo é eliminada de maneira constante através da urina. Esse processo é essencial para a manutenção dos níveis normais de creatinina no sangue. Os rins desempenham um papel vital na filtragem do sangue, separando a creatinina e outros resíduos para serem excretados. A taxa de excreção de creatinina é usada para avaliar a função renal, pois níveis elevados de creatinina no sangue podem indicar um comprometimento na capacidade dos rins de filtrar e excretar resíduos. Assim, a creatinina é um biomarcador importante para estimar a saúde dos rins [19][22][23][24].

Em resumo, a relação entre a creatina e a creatinina é intrínseca ao metabolismo energético e à saúde renal. A creatina é essencial para o fornecimento de energia aos músculos, enquanto a creatinina, resultante da degradação da creatina, é um indicador importante da função renal. Os rins filtram a creatinina do sangue e a excretam na urina, mantendo assim os níveis de creatinina no sangue dentro de uma faixa normal. A compreensão dessa relação é crucial para avaliar os possíveis impactos da suplementação com creatina sobre a saúde renal.

Evidências Científicas sobre a Creatina e a Saúde Renal

Estudos sobre a segurança da creatina

O debate sobre a segurança da creatina, especialmente em relação à função renal, tem sido intensificado com o aumento do seu consumo por atletas e praticantes de atividade física. Relatos de caso sugerem a possibilidade de a creatina ser um agente nefrotóxico, enquanto estudos longitudinais, apesar de suas limitações, indicam o contrário [31]. Estudos realizados em humanos não demonstraram efeitos prejudiciais da suplementação de creatina à função renal, embora a falta de controle experimental e a natureza retrospectiva de muitos desses estudos comprometam a solidez das conclusões [31]. Por outro lado, pesquisas experimentais com ratos, que utilizaram marcadores confiáveis de função renal e um controle de variáveis mais rigoroso, apresentaram resultados contraditórios [31].

Análise de riscos renais associados à suplementação de creatina

Para entender os possíveis impactos da creatina nos rins, é crucial analisar seu processo de metabolismo e excreção. A creatina é convertida em creatinina, um subproduto que é eliminado pelos rins através da urina [32]. A dosagem recomendada de creatina varia entre 3 a 5 gramas por dia, e a adesão a essas orientações pode prevenir a sobrecarga renal que pode ser causada pelo uso excessivo de suplementos, incluindo a creatina [32]. Indivíduos com histórico de problemas renais ou condições de saúde específicas devem buscar orientação médica antes de iniciar a suplementação com creatina, garantindo assim uma abordagem personalizada e segura [32]. O consumo adequado de creatina, respeitando as orientações de dosagem e consultando profissionais de saúde, parece ser seguro para a maioria dos indivíduos [32].

Posicionamento de entidades de saúde sobre o uso da creatina

Apesar das preocupações sobre os potenciais riscos renais associados à suplementação de creatina, não há evidências suficientes que justifiquem a proibição do comércio de creatina no Brasil [31]. A análise dos estudos disponíveis, que utilizaram creatina monohidratada e foram realizados majoritariamente em períodos de até 12 semanas, não identificou efeitos adversos no sistema renal, apesar de possíveis aumentos nos níveis de alguns metabólitos nos exames bioquímicos [28][27]. A dosagem de cistatina C, por exemplo, tem sido proposta como um marcador mais preciso da função renal e não demonstrou efeitos adversos da suplementação de creatina, mesmo em grandes dosagens e por longos períodos [28]. Isso sugere que, com o uso responsável e sob orientação adequada, a creatina pode ser considerada segura para a maioria dos indivíduos, incluindo aqueles com condições de saúde específicas [32].

Dosagem e Uso Seguro da Creatina

A dosagem e o uso seguro da creatina são essenciais para maximizar seus benefícios enquanto minimizam potenciais riscos. Abordaremos recomendações de dosagem, a importância da hidratação adequada e as populações que devem ter cautela ou evitar o uso da creatina.

Recomendações de dosagem para suplementação segura

  1. A dose recomendada de creatina é, em média, três gramas por dia, mas pode variar conforme a necessidade individual. É fundamental buscar orientação de um médico ou nutricionista antes de iniciar a suplementação [41].
  2. Para a fase de saturação, recomenda-se uma dose diária de cerca de 20 g de creatina, dividida em doses menores ao longo do dia, por um período de 5 a 7 dias. Após essa fase, a dose é reduzida para 3 a 5 g por dia [42].
  3. A Sociedade Internacional de Nutrição Esportiva (ISSN) sugere 0,3 gramas/kg de peso corporal/dia de creatina monohidratada por pelo menos 3 dias, seguido de 3 a 5 g/dia para manutenção [36].

Importância da hidratação adequada

A suplementação com creatina pode causar retenção de água, aumentando a necessidade de hidratação adequada para facilitar a eliminação de toxinas e fluidos [40]. Recomenda-se:

  1. Consumir 2 a 3 copos de água (cerca de 500 ml) aproximadamente 4 horas antes do exercício [38].
  2. Beber um copo de água a cada 15 a 20 minutos durante a atividade física, especialmente sob temperaturas elevadas [38].
  3. Monitorar a cor da urina como um indicador de hidratação adequada; urina clara ou levemente amarelada sugere boa hidratação [37].

Populações que devem ter cautela ou evitar o uso

  1. Indivíduos com problemas renais pré-existentes devem evitar a suplementação com creatina, devido ao risco de sobrecarga das funções dos rins [39][36].
  2. Pacientes com hipertensão devem seguir rigorosamente as orientações médicas, considerando que a creatina pode estar associada a um ligeiro aumento da pressão arterial [40].
  3. A segurança do uso de creatina durante a gestação e a amamentação ainda não é comprovada, portanto, é fundamental consultar um médico antes de iniciar a suplementação [40].
  4. Adolescentes devem evitar a suplementação com creatina devido à ausência de dados sobre o uso prolongado a longo prazo, especialmente em pessoas que ainda estão crescendo [41].

Seguindo estas diretrizes, a suplementação com creatina pode ser realizada de maneira segura e eficaz, maximizando seus benefícios enquanto minimiza potenciais riscos. É sempre importante lembrar que a orientação de um profissional de saúde é essencial antes de iniciar qualquer suplementação.

Gerenciamento de Riscos e Precauções

Para garantir o uso seguro da creatina e minimizar potenciais riscos à saúde renal, é essencial adotar estratégias de gerenciamento de riscos e precauções. Uma abordagem informada e cautelosa pode ajudar a maximizar os benefícios da suplementação de creatina, ao mesmo tempo em que protege a saúde dos rins.

Identificação de sinais de problemas renais

A identificação precoce de sinais indicativos de problemas renais é crucial para prevenir complicações. Indivíduos que utilizam suplementação de creatina devem estar atentos a sintomas como dificuldade para urinar, urina espumosa ou com sangue, inchaço nas pernas, tornozelos ou pés, fadiga excessiva e dor lombar. Estes podem ser sinais de alerta de que a creatina não está sendo bem tolerada e que pode estar exercendo pressão adicional sobre os rins [48]. Problemas gastrointestinais, desidratação, aumento de peso e problemas renais são sintomas que requerem atenção imediata [48].

Quando procurar aconselhamento médico

É imperativo consultar um profissional de saúde antes de iniciar a suplementação de creatina, especialmente para indivíduos com histórico de doenças renais ou outras condições médicas preexistentes [46][47][48]. A consulta médica é fundamental para uma avaliação individualizada, considerando a condição de saúde geral, estilo de vida e objetivos específicos de cada pessoa [48]. A orientação de um profissional pode ajudar a determinar a dosagem adequada e a monitorar possíveis efeitos adversos, garantindo que a suplementação seja benéfica e segura [48].

A monitoração sistemática é recomendada para consumidores com condições de saúde específicas, como idosos, diabéticos tipo 2 e hipertensos, devido à sua propensão a nefropatias [44]. Aos sujeitos saudáveis, sugere-se não ultrapassar a quantidade de 5g/dia, uma vez que a segurança da ingestão acima dessa dosagem em longo prazo ainda não está plenamente estabelecida [44].

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Visibilidade anatômica dos rins.

Em casos de efeitos colaterais persistentes ou preocupantes, como problemas renais, é aconselhável interromper o uso da creatina imediatamente e procurar orientação médica [48]. A supervisão médica é crucial, especialmente para aqueles com condições de saúde preexistentes, para garantir que a suplementação não prejudique a função renal [48].

Em resumo, o gerenciamento de riscos e a adoção de precauções adequadas são essenciais para o uso seguro da creatina. Respeitar as recomendações de dosagem, estar atento a sinais de problemas renais e buscar aconselhamento médico são medidas fundamentais para proteger a saúde renal e maximizar os benefícios da suplementação de creatina [46][47][48].

Conclusão e recomendações gerais

A ampla análise das evidências científicas apresentadas neste artigo sublinha a importância da creatina como um suplemento nutricional eficaz, com significativa contribuição para o aumento do desempenho físico e energético. Entretanto, é imperativo entender que, mesmo diante de benefícios evidentes, a segurança na suplementação com creatina exige uma adesão estrita às recomendações de dosagem e às orientações de profissionais de saúde, especialmente em indivíduos com condições pré-existentes ou suscetibilidade a problemas renais. A adequada gestão dos riscos associados ao seu consumo, incluindo a monitoração da função renal e a manutenção de uma hidratação apropriada, são fatores chaves para otimizar os benefícios enquanto minimiza potenciais efeitos adversos.

Reitera-se, portanto, a relevância de uma abordagem baseada nas evidências no que tange à utilização da creatina como suplemento. A conscientização sobre as dosagens apropriadas, os cuidados específicos para populações vulneráveis e a avaliação médica frequente emergem como aspectos fundamentais para assegurar uma utilização segura e efetiva. Em suma, a creatina mantém seu status como um ergogênico de destaque, desde que sua suplementação seja conduzida de maneira informada, responsável e sob a supervisão adequada, garantindo assim benefícios para a performance atlética sem comprometer a saúde renal.

Outras perguntas

  1. A creatina pode afetar a função renal?
    A creatina é geralmente segura para pessoas saudáveis que seguem a dosagem recomendada, não apresentando riscos aos rins. Contudo, indivíduos com problemas renais preexistentes devem consultar um médico antes de começar a usar suplementos de creatina.
  2. Existem suplementos que podem prejudicar os rins?
    Entre os suplementos, alguns podem impactar a saúde renal. A ingestão elevada de vitaminas, minerais, ômega-3 e ginseng foi observada, sendo o ginseng e o ginseng vermelho os mais associados ao risco de desenvolvimento de doença renal crônica.
  3. Quais são as contraindicações para o uso de creatina?
    O principal risco associado ao uso de creatina é a sobrecarga renal, especialmente em indivíduos que já possuem problemas renais existentes.
  4. Qual é a relação entre creatina e os níveis de creatinina?
    A creatina e o fosfato de creatina se transformam em creatinina através de um processo constante e irreversível. Cerca de 1,1% da creatina corporal e 2,6% do fosfato de creatina se convertem em creatinina.

Referências consultadas

[1] – https://vidasaudavel.einstein.br/creatina/
[2] – https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxe36g83jl0o
[3] – https://www.tuasaude.com/creatina/
[4] – https://www.scielo.br/j/rbme/a/fMR3mrmKxXyLkLXmtDLXhBs/
[5] – https://www.nefrostar.com.br/blog-post.php?id=tomar-creatina
[6] – https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/bitstream/123456789/4846/1/RISCO%20RENAL%20COM%20A%20SUPLEMENTAC%CC%A7A%CC%83O%20DE%20CREATINA%20-%20UMA%20REVISA%CC%83O%20DE%20LITERATURA.pdf
[7] – https://vidasaudavel.einstein.br/creatina/
[8] – https://www.essentialnutrition.com.br/conteudos/creatina-para-que-serve/
[9] – https://www.magazineluiza.com.br/blog-da-lu/c/sa/samm/como-a-creatina-age-no-corpo/12150/
[10] – https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/download/3762/2592/0
[11] – https://www.scielo.br/j/rn/a/vStjpH4nGyWYjhDxshJHBCB
[12] – http://ve.scielo.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-06222002000200001
[13] – https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/download/3762/2592/0
[14] – https://salomaozoppi.com.br/saude/creatina
[15] – https://www.revneuropsiq.com.br/rbnp/article/download/253/178
[16] – https://www.hrim.com.br/noticias/2024/01/23/o-consumo-de-creatina-pode-afetar-os-rins/
[17] – https://www.scielo.br/j/rbme/a/fMR3mrmKxXyLkLXmtDLXhBs/
[18] – https://www.nefrostar.com.br/blog-post.php?id=tomar-creatina
[19] – https://drasaramohrbacher.com.br/o-que-a-creatinina-tem-a-ver-com-a-creatina/
[20] – https://www.facebook.com/nefroclinicas/videos/voc%C3%AA-sabe-qual-a-diferen%C3%A7a-entre-creatina-e-creatinina-embora-os-nomes-sejam-mui/1217828528960026/
[21] – https://nefrostar.com.br/blog-post.php?id=qual-a-importancia-do-exame-de-creatinina-no-diagnostico-das-doencas-renais
[22] – https://www.fleury.com.br/noticias/creatinina
[23] – https://hilab.com.br/blog/o-que-e-creatinina/
[24] – https://blog.sabin.com.br/saude/creatinina-alta-entenda-o-que-isso-significa/
[25] – https://www.scielo.br/j/rbme/a/fMR3mrmKxXyLkLXmtDLXhBs/
[26] – https://www.scielo.br/j/rbme/a/fMR3mrmKxXyLkLXmtDLXhBs/?format=pdf&lang=pt
[27] – https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/bitstream/123456789/4846/1/RISCO%20RENAL%20COM%20A%20SUPLEMENTAC%CC%A7A%CC%83O%20DE%20CREATINA%20-%20UMA%20REVISA%CC%83O%20DE%20LITERATURA.pdf
[28] – https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/bitstream/123456789/4846/1/RISCO%20RENAL%20COM%20A%20SUPLEMENTAC%CC%A7A%CC%83O%20DE%20CREATINA%20-%20UMA%20REVISA%CC%83O%20DE%20LITERATURA.pdf
[29] – https://www.scielo.br/j/rbme/a/fMR3mrmKxXyLkLXmtDLXhBs/
[30] – https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/download/21867/19380/262317
[31] – https://www.scielo.br/j/rbme/a/fMR3mrmKxXyLkLXmtDLXhBs/
[32] – https://www.hrim.com.br/noticias/2024/01/23/o-consumo-de-creatina-pode-afetar-os-rins/
[33] – https://www.gov.br/ebserh/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-sul/hu-furg/comunicacao/noticias/campanha-sobre-saude-dos-rins-reforca-servicos-do-sus-para-exames-e-tratamento
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[35] – https://ge.globo.com/eu-atleta/nutricao/guia/2023/09/20/como-fazer-saturacao-de-creatina-entenda-estrategia.ghtml
[36] – https://nutritotal.com.br/pro/creatina/
[37] – https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2023/09/26/o-que-acontece-no-seu-corpo-quando-voce-usa-creatina-mas-nao-se-hidrata.htm
[38] – https://www.folhabv.com.br/saude-e-bem-estar/o-que-acontece-no-seu-corpo-quando-voce-usa-creatina-mas-nao-se-hidrata/
[39] – https://www.panvel.com/blog/tudo-sobre-medicamentos/creatina/
[40] – https://www.panvel.com/blog/tudo-sobre-medicamentos/creatina/
[41] – https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2023/08/17/creatina-faz-mal-ou-bem-entenda-como-funciona-e-quais-sao-os-efeitos-do-suplemento.ghtml
[42] – https://www.tuasaude.com/creatina/
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[47] – https://www.doctoralia.com.br/perguntas-respostas/a-creatina-monohidrato-e-um-suplemento-eficaz-e-seguro
[48] – https://www.nefrostar.com.br/blog-post.php?id=tomar-creatina
[49] – https://minhasaude.proteste.org.br/como-tomar-creatina/
[50] – https://www.tuasaude.com/tomar-creatina/
[51] – https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2023/09/20/creatina-para-que-serve-como-tomar-e-quais-os-beneficios.htm
[52] – https://www.unimedfortaleza.com.br/blog/alimentacao/para-que-serve-a-creatina
[53] – https://vidasaudavel.einstein.br/creatina/
[54] – https://www.tuasaude.com/creatina/

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